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DOCES E SALGADOS

06/12/2019 09:47 por Redação

Metro quadrado na construção civil sobe 0,11% e chega a R$ 1.156, em média

Diferença entre o estado mais barato (Sergipe) e o mais caro (Santa Catarina) é de 345 reais o m²

O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE em convênio com a Caixa Econômica Federal, variou 0,11% em novembro, abaixo da taxa de 0,19% registrada em outubro. É o mesmo resultado registrado em maio desde ano e o menor desde novembro de 2016 (0,10%). Em novembro do ano passado o índice oscilou 0,24%.

Com o resultado de novembro/19, o índice acumulado em 12 meses foi a 4,03%, contra 4,17% nos 12 meses imediatamente anteriores. Os dados levam em conta a desoneração da folha de pagamento de empresas do setor, em vigor desde 2013.

As variações mensais do INCC em 2019:

• Janeiro: 0,42%
• Fevereiro: 0,21%
• Março: 0,52%
• Abril: 0,34%
• Maio: 0,11%
• Junho: 0,35%
• Julho: 0,68%
• Agosto: 0,44%
• Setembro: 0,37%
• Outubro: 0,19%
• Novembro: 0,11%

O custo nacional por metro quadrado subiu de 1.155,01, em outubro, para 1.156,31 em novembro, dos quais R$ 606,41 são relativos a materiais (+0,17% em relação a outubro) e R$ 549,90 à mão de obra (+0,05%). Em 12 meses, o custo dos materiais subiu 5,15%, e da mão de obra, 2,81%.

O Centro-Oeste acusou a maior alta do INCC de novembro: 0,45%, por conta do impacto de reajuste nas categorias profissionais do setor ocorrido em Goiás. alta na mão de obra em Roraima e no Pará. Em sentido contrário, o Norte registrou deflação de -0,08%.

As variações do custo da construção por região, entre outubro e novembro:

• Centro-Oeste: 0,45% (R$ 1.163,57 o metro quadrado, em média)
• Sul: 0,14% (R$ 1.222,41)
• Nordeste: 0,10% (R$ 1.065,52)
• Sudeste: 0,08% (R$ 1.205,14)
• Norte: -0,08% (R$ 1.167,41)
• Brasil: 0,11% (R$ 1.156,31)

No acumulado de 12 meses, a maior alta do INCC foi anotada na região Sul:

• Sul: 6,15%
• Norte: 4,45%
• Sudeste: 4,14%
• Centro-Oeste: 3,73%
• Nordeste: 2,97%
• Brasil: 4,03%

Alguns destaques:

• Em 16 estados o metro quadrado ficou abaixo da média nacional.
• Somente em Sergipe o metro quadrado custa menos do que 1 mil reais.
• Em 18 estados o metro quadrado já está acima de R$ 1.100: Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, Tocantins, Maranhão, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.
• Em sete deles (Rondônia, Acre, Roraima, Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal), ele custa acima de R$ 1.200.
• Santa Catarina, por enquanto, é o único estado a ultrapassar a marca de R$ 1.300 o metro quadrado.
• Em dez localidades (Rondônia, Amazonas, Pará, Pernambuco, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul) o metro quadrado ficou mais barato em relação a outubro.
• A maior alta de novembro foi anotada em Goiás (1,01%).
• Sergipe manteve a condição de estado com o metro quadrado mais barato do país. Na outra ponta, Santa Catarina permaneceu no topo da lista de localidades com o metro quadrado mais caro. A diferença entre as duas é de 345,97 reais (340,46 reais em outubro).
• As maiores variações no acumulado de 12 meses foram anotadas em Santa Catarina (7,19%), Minas Gerais (6,03%) e Rondônia (6,01%). As menores foram registradas no Rio Grande do Norte (1,42%), Paraíba (1,43%) e Tocantins (1,44%).

Os preços médios do metro quadrado por estado em novembro/19, do mais barato para o mais caro e a variação em relação ao mês anterior:

• Sergipe: R$ 985,01 (-0,05% em relação a outubro)
• Pernambuco: R$ 1.035,22 (-0,28%)
• Rio Grande do Norte: R$ 1.039,77 (+0,33%)
• Alagoas: R$ 1.043,77 (+0,21%)
• Espírito Santo: R$ 1.048,72 (-0,08%)
• Ceará: R$ 1.061,82 (+0,37%)
• Bahia: R$ 1.066,59 (-0,11%)
• Piauí: R$ 1.089,50 (+0,02%)
• Paraíba: R$ 1.097,97 (+0,13%)
• Minas Gerais: R$ 1.104,34 (+0,24%)
• Maranhão: R$ 1.114,45 (+0,59%)
• Mato Grosso do Sul: R$ 1.115,32 (-0,08%)
• Amapá: R$ 1.129,80 (+0,75%)
• Amazonas: R$ 1.141,69 (-0,22%)
• Mato Grosso: R$ 1.147,27 (+0,45%)
• Pará: R$ 1.154,38 (-0,30%)
Brasil: R$ 1.156,31 (+0,11%)
• Goiás: R$ 1.157,34 (+1,01%)
• Rio Grande do Sul: R$ 1.172,38 (-0,09%)
• Tocantins: R$ 1.175,86 (+0,34%)
• Paraná: R$ 1.189,87 (+0,12%)
• Rondônia: R$ 1.220,30 (-0,03%)
• Roraima: R$ 1.220,83 (+0,07%)
• Distrito Federal: R$ 1.227,18 (+0,07%)
• São Paulo: R$ 1.245,11 (-0,03%)
• Acre: R$ 1.280,37 (+0,32%)
• Rio de Janeiro: R$ 1.288,10 (+0,14%)
• Santa Catarina: R$ 1.330,98 (+0,38%)

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