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DOCES E SALGADOS

28/06/2019 07:17 por Redação

CMN fixa meta de inflação para 2022 em 3,5%

Não foram alteradas as metas que já estavam definidas para 2019 (4,25%), 2020 (4,00%) e 2021 (3,75%)

O Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu a meta de inflação para 2022 em 3,5%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O anúncio foi feito pelo Ministério da Economia nesta quinta-feira (27).

As metas de inflação para 2019, 2020 e 2021, fixadas em reuniões anteriores, não foram alteradas:

• 2019: 4,25%
• 2020: 4,00%
• 2021: 3,75%

Até 2016, a meta de inflação era fixada com dois anos de antecedência, mas um decreto publicado no Diário Oficial da União em junho de 2017 determinou que a definição passasse a ser feita três anos antes, assinala a Agência Brasil.

A meta de inflação deve ser perseguida pelo Banco Central ao definir a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, pretende conter a demanda aquecida e segurar os preços ao encarecer o crédito e estimular a poupança. Ao diminuir os juros básicos, o Copom barateia o crédito, incentivando em tese a produção e o consumo.

De acordo com o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, uma meta mais baixa não está correlacionada com taxas de juros mais altas. “O fato de a meta diminuir não implica que o governo terá que aumentar juros. Além disso, uma meta baixa ancora a expectativa no longo prazo e reduz a incerteza em relação ao comportamento futuro da inflação”.

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